Inventário dos equipamentos
A parceira lista cada aparelho com local, tipo e capacidade, ou confere a lista do plano que já existe.
É a base para definir tarefas e frequência.
O PMOC é o Plano de Manutenção, Operação e Controle dos aparelhos de ar-condicionado, exigido pela Lei federal 13.589/2018 em prédios de uso público e coletivo.
A empresa parceira do DF executa as limpezas e verificações previstas no plano, mantém o registro de cada visita e trabalha junto com o responsável técnico que assina o documento.
Prédio em dia com o PMOC, com a rotina registrada para a fiscalização.
O documento lista os aparelhos, as tarefas de limpeza e verificação e a frequência de cada uma. Quem elabora e assina é um responsável técnico habilitado.
A rotina é o que acontece na prática: filtros lavados ou trocados, bandejas limpas, drenos desentupidos e tudo anotado. Plano sem rotina não protege ninguém numa fiscalização.
Informe quantos aparelhos o prédio tem e se já existe plano assinado. A parceira orça a execução a partir dele ou indica quem pode elaborar.
Cada pedido segue para uma única empresa parceira do DF. Você não recebe ligação de cinco empresas nem entra em leilão de orçamento.
Os números da ficha valem para pedidos comuns. Tamanho do imóvel, estado do ambiente e acesso podem mudar duração e equipe, e o orçamento traz os valores do seu caso.
As etapas abaixo ficam descritas no orçamento da empresa parceira. Assim você sabe o que vai acontecer no local antes de a equipe chegar.
A parceira lista cada aparelho com local, tipo e capacidade, ou confere a lista do plano que já existe.
É a base para definir tarefas e frequência.
Se o prédio ainda não tem PMOC, o responsável técnico elabora e assina o documento.
Se já tem, a execução segue o que está escrito nele.
Em cada visita, os técnicos limpam filtros, bandejas e drenos e verificam o funcionamento.
Problema encontrado é anotado e comunicado no mesmo dia.
Cada visita gera um registro com data, aparelho e tarefa.
O histórico fica com o prédio e é atualizado a cada mês.
É esse roteiro que vale na conferência final. Se alguma etapa ficar fora do combinado, a empresa parceira responde por ela.
A faixa abaixo é referência de mercado no DF. O valor do seu caso sai no orçamento escrito da empresa parceira, antes de qualquer agendamento.
| O que pesa | Como entra no preço |
|---|---|
| Porte | Litros do reservatório, quantidade de aparelhos, metros de fachada ou área atingida definem o tamanho da equipe. |
| Acesso | Caixa sem escada fixa, aparelho no alto ou fachada sem ponto de apoio pedem mais equipamento e tempo. |
| Estado atual | Muito lodo, fuligem, lama ou fungo acrescentam etapas ao serviço. |
| Urgência | Atendimento em 24 a 48 horas pode custar mais que o serviço agendado. |
| Documentação | Certificado, relatório com fotos ou registro de manutenção entram no orçamento quando você precisa deles. |
| Deslocamento no DF | Endereço longe da base da parceira, em área rural ou no Entorno, pode ter ajuste de deslocamento, sempre informado antes. |
Valores de referência para o Distrito Federal, não tabela fixa. O preço muda conforme o porte, o acesso ao local, o estado em que tudo está, a urgência e a documentação pedida. O orçamento sem compromisso mostra o número exato do seu caso.
Escolha o cenário mais parecido com o seu e cite no pedido. É isso que ajusta método, duração e tamanho da equipe no orçamento.
Salas climatizadas com muita gente ao mesmo tempo.
Muita circulação e aparelhos ligados o dia inteiro.
Qualidade do ar como parte do cuidado com o paciente.
Salas fechadas e cheias boa parte do dia.
Áreas comuns climatizadas usadas por todos os moradores.
Ambientes de uso coletivo com fluxo grande de pessoas.
Seu caso é diferente de todos esses? Explique no campo de detalhes. A parceira lê o pedido inteiro antes de responder.
No DF, a grande presença de órgãos públicos, sedes administrativas e prédios comerciais faz do PMOC um item comum em contrato de manutenção e em edital. A vigilância sanitária do DF pode pedir o plano e o histórico numa fiscalização. Nos meses de seca, filtros e drenos pedem mais atenção nas visitas.
De maio a setembro, o ar muito seco do DF mantém a poeira avermelhada do cerrado em suspensão. Filtro de ar-condicionado, vidro externo e placa solar sujam mais rápido nesses meses.
De outubro a abril, as chuvas fortes se concentram em poucos meses. É quando aparecem infiltrações, mofo em parede e armário e alagamentos rápidos em garagens e subsolos.
Condomínios, sedes administrativas e órgãos públicos do DF costumam pedir cadastro da equipe na entrada e certificado, relatório ou registro de manutenção no fim do serviço.
Para conhecer o contexto local, vale ler sobre a Caesb, que abastece de água o Distrito Federal, sobre o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal, que atende incêndios e emergências, e sobre o cerrado, bioma de onde vêm a seca longa e a poeira avermelhada.
As empresas parceiras têm base em pontos diferentes do quadradinho. O pedido vai para a que atende a sua região, o que encurta o deslocamento e facilita voltar para algum ajuste.
Mora no Entorno? Envie o pedido assim mesmo. A resposta sobre cobertura vem no primeiro contato, junto com qualquer ajuste de deslocamento.
Filtro, grade fria e bandeja do split limpos contra fungo e cheiro, sem sujar a parede.
Ver serviço no DFUnidades de grande porte higienizadas em sequência, sem parar o prédio no expediente.
Ver serviço no DFRede de dutos limpa por trechos, com fotos de dentro antes e depois.
Ver serviço no DFTodos os serviços de especializada no Distrito Federal estão reunidos na página da categoria.
A Lei 13.589/2018 exige o plano em edificações de uso público e coletivo com ar-condicionado. O enquadramento exato do seu imóvel é confirmado pelo responsável técnico, a partir da quantidade e da capacidade dos aparelhos.
Um responsável técnico habilitado. A empresa parceira executa as rotinas e, se o prédio ainda não tiver plano, indica profissional para elaborar e assinar.
Data, aparelho, tarefa feita, peça trocada e qualquer problema encontrado. Esse histórico é o que se mostra quando a fiscalização pede.
As rotinas de limpeza e verificação do plano, sim. Conserto e troca de peça costumam ser orçados à parte, com aprovação antes.
Pode. A parceira lê o plano existente, ajusta a agenda das visitas e começa a registrar a partir da primeira.
No Distrito Federal, a média de mercado gira em torno de R$ 880 (por mês, conforme a quantidade de aparelhos), numa faixa comum de R$ 450 a R$ 1.300. O valor exato depende de o porte, o acesso ao local, o estado em que tudo está, a urgência e a documentação pedida e vem no orçamento da empresa parceira, sem compromisso.
É. Treino para altura, para entrar em reservatório e para lidar com material contaminado faz parte da verificação da empresa parceira antes de ela receber pedidos. No orçamento, ela informa quem vai e com que equipamento.
O valor é pago direto à empresa parceira, nas condições do orçamento dela, que costuma aceitar PIX e cartão parcelado. O Limpeza Hub DF é uma plataforma de intermediação. Orçamento, contratação, pagamento e execução são realizados diretamente entre o cliente e a empresa parceira.
Recebe. A empresa parceira emite nota fiscal e, quando o serviço pede, entrega certificado ou relatório com data e fotos. É esse papel que síndico, gestor ou fiscalização costumam pedir.
Sim. A rede de empresas parceiras cobre as 35 regiões administrativas do Distrito Federal. Para municípios do Entorno, envie o pedido assim mesmo: a resposta sobre cobertura e sobre eventual taxa de deslocamento vem no primeiro contato.
Ficou alguma pergunta? Escreva no campo de detalhes do formulário. Quem responde é a empresa parceira do DF que vai atender o seu pedido.
Diga quantos aparelhos o prédio tem e se já existe plano. A empresa parceira do DF orça a execução mensal.